Blog dos engenheiros
Conteúdo técnico produzido pela equipe da Labmor, organizado nas mesmas áreas do catálogo de ensaios. Abra uma área para ver os artigos.
Vibração17 artigos
Choque mecânico: o que é e como é feito o ensaio
Choque mecânico: o que é o ensaio, os pulsos meia-senoidal, dente de serra e trapezoidal, aceleração de pico, duração e normas como IEC 60068-2-27.
Em quais eixos e posições a peça é ensaiada na vibração?
Eixos no ensaio de vibração: por que a peça é ensaiada em X, Y e Z, um de cada vez, na posição de montagem real, e o que enviar para definir os eixos.
Estudo de ressonância: como achar a frequência natural
Estudo de ressonância: como o ensaio em shaker acha as frequências naturais de uma peça com varredura senoidal e acelerômetros, e o que fazer com o resultado.
IEC 61373: choque e vibração em equipamento ferroviário
IEC 61373: o ensaio de choque e vibração de equipamentos de material rodante — categorias de montagem, vibração funcional, vida longa e choque.
ISO 16750-3: vibração e choque em componentes automotivos
ISO 16750-3: como a norma define vibração, choque mecânico e queda livre para eletroeletrônicos automotivos conforme o local de montagem no veículo.
Normas de ensaio de vibração: quais são e o que cobrem
Normas de ensaio de vibração: o que cobrem a IEC 60068, a ISO 16750, a MIL-STD-810, as normas de montadora (VW, GM, Stellantis) e as de embalagem.
Parâmetros de um teste de vibração: o que definir
Parâmetros de um teste de vibração: frequência, amplitude ou aceleração, duração, tipo de vibração, eixos e temperatura — o que definir antes do ensaio.
Queda livre (drop test): alturas, faces e quinas
Queda livre (drop test): como a norma define altura, superfície, faces, arestas e quinas, quantas quedas e como se avalia a peça depois do impacto.
SAE J575: ensaios de lanternas e dispositivos de iluminação
SAE J575: o que a norma pede para lanternas e faróis — vibração, umidade, poeira, corrosão e calor — e como se planeja cada ensaio no laboratório.
Shaker eletromagnético: como funciona o ensaio de vibração
Shaker eletromagnético: como funciona o ensaio de vibração com shaker, com bobina móvel num campo magnético, o que define sua capacidade e onde é usado.
Stellantis CS.00263: validação ambiental de eletrônicos
Stellantis CS.00263, sucessora da CS.00056: que ensaios entram na validação ambiental de componentes eletroeletrônicos e como planejar o programa.
Teste de vibração: o que é e como funciona o ensaio
Teste de vibração: o que é, como funciona o ensaio com shaker, os tipos (senoidal, randômica, choque), as normas e como planejar o ensaio da peça.
Tipos de vibração em ensaios de laboratório
Tipos de vibração em laboratório: senoidal, randômica, choque, vibração mista, sine-on-random e replicação de campo, com aplicações e normas.
Vibração com o produto ligado: por que e como ensaiar
Vibração com acionamento do produto: por que ensaiar o produto ligado enquanto vibra e como monitorar falhas intermitentes, conexões e desempenho.
Vibração com temperatura: o ensaio combinado em câmara
Vibração com temperatura associada: como calor e frio alteram a resposta à vibração e como funciona o ensaio com câmara climática acoplada ao shaker.
Vibração randômica: o que é e como funciona o ensaio
Vibração randômica: o que é, como o ensaio em shaker simula a rodagem e o transporte, e seus parâmetros (PSD, aceleração RMS, duração) e normas.
Vibração senoidal: frequência fixa, varredura e ensaio
Vibração senoidal: a diferença entre frequência fixa e varredura, como o ensaio identifica ressonâncias e avalia a fadiga, e seus parâmetros e normas.
Climáticos25 artigos
ASTM B117: como funciona o ensaio de névoa salina
ASTM B117: como funciona o ensaio de névoa salina (salt spray) — solução de NaCl a 5%, câmara a 35 °C, duração definida pela especificação e avaliação.
Choque térmico x ciclo térmico: quando usar cada um
Choque térmico x ciclo térmico: a diferença entre a transferência rápida e as rampas graduais de temperatura, as falhas que cada um revela e quando usar.
Classe de temperatura e temperatura de operação
Classe de temperatura e temperatura de operação: como definir o mínimo e o máximo do perfil climático pela posição da peça no veículo e pela norma aplicável.
Corrosão cíclica x névoa salina: qual escolher
Corrosão cíclica ou névoa salina? Veja a diferença entre o salt spray contínuo e os ciclos com umidade e secagem, e quando especificar cada um no produto.
Ensaio climático combinado: o que é e como é feito
Ensaio climático combinado: temperatura e umidade somadas a alimentação elétrica, movimento, vibração, pressão ou vácuo para simular o uso real do produto.
Ensaio de alta temperatura: como é feito e o que avalia
Ensaio de alta temperatura: como a amostra é exposta ao calor em estufa ou câmara climática, ligada ou desligada, por quanto tempo e o que se avalia depois.
Ensaio de baixa temperatura: como é feito e o que avalia
Ensaio de baixa temperatura: a peça no frio em freezer ou câmara climática, ligada ou não; -40 °C é a referência automotiva e -55 °C, a aeronáutica.
Ensaio de choque térmico: como funciona e o que revela
Ensaio de choque térmico: a peça passa do frio ao calor em segundos, sem rampa; veja parâmetros, equipamentos, normas e as falhas que o ensaio revela.
Ensaio de ciclo térmico: como funciona e o que revela
Ensaio de ciclo térmico: variações graduais e repetidas de temperatura em câmara climática, os parâmetros do perfil, a diferença para o choque térmico.
Ensaio de impacto a frio: como é feito e o que avalia
Ensaio de impacto a frio: a peça é resfriada, por exemplo a -30 °C, e recebe um impacto controlado, como bola de aço de 500 g a 40 cm (cerca de 2 J).
Ensaio de umidade: calor úmido e umidade saturada
Ensaio de umidade: umidade controlada (30% a 98%) em câmara climática ou saturada a 100%, com condensação, em câmara úmida — normas, avaliação e acreditação.
Ensaios climáticos: o que são e quais os tipos
Ensaios climáticos: o que são, para que servem e os sete tipos — alta e baixa temperatura, ciclo e choque térmico, impacto a frio, umidade e combinados.
GMW3172: o guia de validação ambiental da GM
GMW3172: como a especificação da GM organiza a validação ambiental e de durabilidade de componentes eletroeletrônicos, do código ao plano de ensaio.
IEC 60068-2: o mapa das partes mais usadas
IEC 60068-2: o que é cada parte mais usada (-1, -2, -6, -14, -27, -30, -64, -78), o ensaio que ela descreve e como combiná-las num plano de validação.
ISO 15003: ensaios ambientais em eletrônica agrícola
ISO 15003: os ensaios ambientais de equipamentos elétricos e eletrônicos de tratores e máquinas agrícolas — clima, água, poeira, química e vibração.
ISO 16750-4: ciclo térmico, calor úmido e choque térmico
ISO 16750-4: os ensaios de cargas climáticas para eletroeletrônicos automotivos — temperatura, ciclo e choque térmico, calor úmido e névoa salina.
ISO 16750: as cinco partes da norma explicadas
ISO 16750: o que cobrem as cinco partes (geral, elétrica, mecânica, climática e química) da norma de equipamentos eletroeletrônicos veiculares.
ISO 6270-2 e ASTM D1735: umidade em revestimentos
ISO 6270-2 e ASTM D1735: como os ensaios de umidade avaliam pintura e revestimentos — condensação, névoa de água, ASTM D2247, NBR 8095 e a avaliação final.
ISO 9227, ASTM B117 e NBR 17088: diferenças
Normas de névoa salina: ISO 9227, ASTM B117, ABNT NBR 17088 e a cancelada NBR 8094 — o que muda entre elas, os ensaios NSS, AASS e CASS e qual especificar.
MIL-STD-810: o que é e como são os ensaios ambientais
MIL-STD-810: a norma de ensaios ambientais do Departamento de Defesa dos EUA, seus métodos de temperatura, umidade, névoa salina, vibração e choque.
Odor e fogging: o que são esses ensaios de interior
Odor e fogging: como são os ensaios de emissão de materiais de interior automotivo — odor seco e úmido com panel treinado, fogging por peso e por brilho.
Pré-condicionamento: envelhecer a peça antes de testar
Pré-condicionamento de amostras: o que é, a diferença entre condicionar e envelhecer a peça antes do ensaio, e como isso muda o resultado da validação.
RTCA DO-160: ensaios ambientais de equipamentos aeronáuticos
RTCA DO-160: como a norma organiza os ensaios ambientais de equipamentos de bordo — temperatura, altitude, umidade, vibração, choque, fluidos e névoa salina.
VW 80000 e VW 80101: o que pedem dos eletroeletrônicos
VW 80000 e VW 80101: como as normas da Volkswagen organizam os ensaios elétricos, mecânicos e climáticos de componentes eletroeletrônicos.
VW PV 1210 e corrosão cíclica: além da névoa salina
VW PV 1210: o ensaio de corrosão cíclica que alterna névoa salina, atmosfera padrão e umidade com condensação — como é o ciclo, como avaliar e especificar.
Graus de IP e IK17 artigos
Car wash, IPX6 ou IPX9K: qual ensaio de jato d'água usar?
Car wash, IPX6 ou IPX9K? Os três usam água, mas avaliam coisas diferentes: aparência e adesão, entrada de jato potente ou lavagem a 80 °C.
Equivalência IP: o grau maior cobre o menor?
Equivalência entre graus de IP: quando o grau maior cobre o menor contra sólidos e água, e as exceções entre imersão (IPX7, IPX8), jatos e IPX9.
Grau de proteção IP: o que significa e tabela de IP
O código IP (IEC 60529) mede a proteção contra sólidos (0 a 6) e contra água (0 a 9). Veja a tabela com o que significa cada número.
Grau IK: o que é e como funciona o ensaio de impacto
Grau IK: o que significa cada nível de IK00 a IK11, a energia de impacto de cada um, a diferença para o grau IP e como o ensaio é feito.
IEC 60529 x ISO 20653: diferenças nos ensaios de IP
IEC 60529 x ISO 20653: as diferenças entre as duas normas de ensaio de IP, do índice K ao tipo de poeira, vácuo e duração, e os graus IPX4K, IPX6K e IPX9K.
IP1X e IP2X: o que significam (proteção contra contato)
IP1X: protegido contra objetos acima de 50 mm, como o dorso da mão. IP2X: acima de 12,5 mm, como um dedo. Veja os ensaios com esfera e dedo de prova.
IP3X e IP4X: o que significam (ferramentas e fios)
IP3X: uma haste de 2,5 mm não pode penetrar no invólucro. IP4X: nem um fio de 1,0 mm. Entenda os ensaios de proteção contra objetos sólidos.
IP5X e IP6X: o que significam (proteção contra poeira)
IP5X: protegido contra poeira, com entrada limitada permitida. IP6X: totalmente estanque à poeira. Veja como é o ensaio em câmara de pó.
IP6X com vácuo: por que o ensaio de poeira usa depressão
IP6X com vácuo: no ensaio de poeira pela IEC 60529 o interior da peça fica em depressão para puxar o pó. Veja como se aplica, a duração e o que preparar.
IPX1 e IPX2: o que significam (gotejamento de água)
IPX1: gotas caindo na vertical, 1 mm/min por 10 minutos. IPX2: gotas com a peça inclinada 15°, a 3 mm/min. Entenda os dois ensaios.
IPX3 e IPX4: o que significam (borrifos e respingos d'água)
IPX3 protege contra água borrifada até 60° da vertical; IPX4, contra respingos de qualquer direção. Ensaio de 10 minutos no tubo oscilante.
IPX5 e IPX6: o que significam e se são à prova d'água
IPX5 resiste a jatos de água de 12,5 L/min; IPX6, a jatos fortes de 100 L/min. Nenhum dos dois garante submersão. Veja como é o ensaio.
IPX7 e IPX8: o que significam e quanto aguentam submersos
IPX7: imersão temporária, até 1 metro, por 30 minutos. IPX8: imersão contínua em condições mais severas, combinadas. Veja o ensaio de imersão.
IPX9 e IPX9K: o que significam e como é o ensaio
IPX9: jatos de água a 80 °C, alta pressão e curta distância, a 15 L/min. Veja como é o ensaio em peças pequenas e grandes e o que muda no IPX9K.
NT-Senasp 014/2024: os ensaios de câmeras corporais
NT-Senasp 014/2024: os ensaios de câmeras corporais da segurança pública no Pró-Segurança, os 8 em que a Labmor é designada e como funciona o processo.
Primeiro numeral do IP: o que significa IP1X a IP6X
O primeiro número do código IP mede a proteção contra sólidos: do dorso da mão (IP1X) à vedação total contra poeira (IP6X). Veja cada grau.
Segundo numeral do IP: o que significa IPX1 a IPX9
O segundo número do código IP mede a proteção contra água: de gotas (IPX1) a jatos quentes de alta pressão (IPX9). Veja o que testa cada grau.
Eletromecânicos12 artigos
ASTM D3330 e D3654: peel e cisalhamento de fitas
ASTM D3330 e ASTM D3654: como são os ensaios de peel (180° e 90°) e de cisalhamento estático de fitas adesivas, o que medem e como entram na validação.
ASTM D380 e SAE J189: os ensaios de mangueiras
ASTM D380: o que a norma pede no ensaio de mangueiras — estouro, estanqueidade, frio — e como montar o plano de validação da peça.
ASTM D412: tração de borrachas e elastômeros
ASTM D412 mede resistência à tração, alongamento na ruptura e módulo de borrachas e elastômeros. Veja o método A, os corpos de prova e o uso na peça.
Burst e pressão ciclada: como se testa uma mangueira
Burst e pressão ciclada em mangueiras: como é o ensaio de estouro com água, o princípio da ciclagem de pressão e o que cada ensaio prova.
Cross section de PCB: o que a análise de solda revela
Cross section de PCB: como a seção transversal de juntas de solda revela vazios, trincas e intermetálicos, e por que fazê-la depois do envelhecimento.
Durabilidade de acionamento: quantos ciclos ensaiar?
Durabilidade de acionamento: como o número de ciclos sai da vida útil do produto, como dividir quente, frio e ambiente e o que monitorar durante o ensaio.
Ensaio de durabilidade de mecanismos: como é feito
Ensaio de durabilidade de mecanismos: como dispositivos automatizados repetem o movimento real para validar maçanetas, dobradiças, botões e travas.
Ensaio de tração: o que é, como funciona e o que mede
Ensaio de tração (teste de tração): como é feito, da amostra à ruptura, o que mede (resistência, escoamento, alongamento, módulo) e as normas usadas.
Ensaios elétricos em componentes automotivos
Ensaios elétricos em componentes automotivos: continuidade, resistência de isolação, rigidez dielétrica, fadiga de conectores e aquisição de sinais.
Inserção e retenção de conectores: como se mede
Inserção e retenção de conectores: como se medem as forças de acoplamento, de trava e de retenção do terminal, e o que muda depois do envelhecimento.
ISO 527-2 e ASTM D638: tração de plásticos
ISO 527-2 e ASTM D638 medem módulo, tensão de escoamento, ruptura e alongamento de plásticos. Diferenças entre as normas e como usar na validação da peça.
Push-out e arrancamento de clips, grommets e insertos
Push-out e arrancamento de clips, grommets e insertos: como se medem as forças de montagem e de retenção, e por que medir de novo após envelhecer.
Materiais e Acabamentos24 artigos
A espuma do colete salva-vidas: temperatura cíclica, óleo e absorção de água
Como a NORMAM-321 testa a espuma do colete salva-vidas: 10 ciclos de −30 °C a +65 °C, 24 h em óleo diesel e 7 dias na água, com perda máxima de 16%.
ASTM D2240: dureza Shore A e D, como é medida
ASTM D2240 mede a dureza Shore pela penetração de um durômetro: escala A para borrachas, D para plásticos rígidos. Veja como é o ensaio na peça.
ASTM D395 e D573: compression set e envelhecimento
ASTM D395 mede o compression set e a D573 o envelhecimento em estufa de borrachas: como os dois ensaios entram na validação de vedações e juntas.
ASTM D4060: como funciona a abrasão Taber
Abrasão Taber pela ASTM D4060: rodas CS-10 e CS-17, carga, ciclos, perda de massa e índice de desgaste. Como o ensaio entra na validação da peça.
ASTM D792 e ISO 1183-1: densidade de plásticos
Densidade de plásticos pela ASTM D792 e ISO 1183-1: o método por imersão, para que serve na validação da peça e como enviar a amostra ao laboratório.
Classes de colete salva-vidas: da Classe I (SOLAS) à Classe V
As classes de colete salva-vidas da NORMAM-321: uso de cada uma, canga × jaleco, temperatura, salto, cor e os testes de material de cada classe.
Como é testado um colete salva-vidas: os ensaios da NORMAM-321
Os ensaios que um colete salva-vidas precisa passar para ser homologado pela Marinha do Brasil (NORMAM-321/DPC): temperatura, óleo, água e tração.
Compressão de espumas: ILD/IFD, CFD e deformação permanente
Compressão de espumas: ILD/IFD x CFD (ASTM D3574, ISO 3386), fator de conforto e deformação permanente na validação de bancos e enchimentos.
Cor, brilho e Delta E: como se aprova a aparência da peça
Cor, brilho e Delta E: como se mede a cor no espaço CIELAB, o que significa o ΔE, como se mede o brilho em 20°, 60° e 85° e quem define a tolerância.
Densidade, espessura e dimensional: os ensaios físicos
Densidade, espessura de camada e dimensional: o que cada medição mostra no plano de validação da peça, as normas mais usadas e quando medir antes e depois.
Ensaio de flamabilidade: o que é e como é feito
Ensaio de flamabilidade: o que mede, por que é exigido em interiores de veículos, os métodos de queima mais comuns e as normas FMVSS 302 e ISO 3795.
Ensaio de resistência química em peças e acabamentos
Ensaio de resistência química: como combustíveis, fluidos, produtos de limpeza e protetor solar atacam peças e pinturas, e como o ensaio é avaliado.
Ensaios de aparência: cor, brilho, risco e caracterização
Ensaios de aparência e caracterização: cor, brilho, adesão, risco, abrasão, densidade e microscopia na validação de peças e acabamentos.
Ensaios de pintura: como validar acabamentos pintados
Ensaios de pintura: adesão, mandril cônico, risco, stone chip, car wash, químicos e corrosão — o roteiro para validar acabamentos pintados.
FMVSS 302: ensaio de flamabilidade horizontal
FMVSS 302: como é o ensaio de flamabilidade horizontal de materiais de interior de veículos, o limite de 102 mm/min de taxa de queima e o preparo da amostra.
Homologação de colete salva-vidas na Marinha: o passo a passo do fabricante
Como o fabricante homologa um colete salva-vidas na DPC pela NORMAM-321: as três etapas, o laboratório, os testes, o relatório e o certificado.
Impacto em plásticos: D42 1235, ISO 179 e 180
Impacto em plásticos automotivos: Charpy (ISO 179), Izod (ISO 180), queda de massa Renault D42 1235 e pedras GMW14700. O que cada um mede na peça.
ISO 2409: aderência por corte em grade
Aderência de pintura pela ISO 2409: como é o corte em grade, a escala 0 a 5 e por que repetir após umidade e corrosão.
ISO 3795 e Resolução CONTRAN: flamabilidade no Brasil
ISO 3795 e Resolução CONTRAN: como é o ensaio de flamabilidade de interior de veículos exigido no Brasil e como ele se relaciona com a FMVSS 302.
Normas de flamabilidade das montadoras: TL 1010 e outras
Normas de flamabilidade das montadoras — VW TL 1010, Toyota TSM0500G, GMW3232, D45 1333 — e a SAE J369: o que têm em comum e onde diferem da FMVSS 302.
Por que testar plásticos de interior com protetor solar
Protetor solar e cosméticos mancham e amolecem plásticos de interior. Entenda por que as montadoras pedem esse ensaio químico e como ele é feito.
Quais fluidos usar no ensaio de resistência química
Fluidos para o ensaio de resistência química de peça automotiva: como escolher por região do veículo, norma de montadora e mercado, e como aplicar.
Resistência mecânica do colete salva-vidas: 3.200 N na cintura
O teste de resistência mecânica da NORMAM-321 para colete salva-vidas: cintura, ombro, tecido e tirantes, cargas por tamanho e classe, e água do mar.
SAE J400 e stone chip: pintura contra batida de pedras
Stone chip pela SAE J400, ASTM D3170 e ISO 20567-1: como o gravelômetro e o equipamento de multi-impacto simulam a batida de pedras na pintura, a avaliação e o que vem depois do ensaio.
Planejamento e contratação9 artigos
Critério de aceitação: quem define se a peça passou?
Critério de aceitação no ensaio: quem define se a peça passou — a norma, a especificação do cliente — e o que o laboratório pode declarar no relatório.
Dispositivo de fixação na vibração: quem fornece?
Dispositivo de fixação no ensaio de vibração: quem fornece, por que ele muda o resultado e o que o laboratório precisa receber para projetá-lo.
Ensaio acreditado x não acreditado: o que muda?
Ensaio acreditado x não acreditado: quando a montadora exige ISO/IEC 17025, o que muda no relatório e como saber se o ensaio está no escopo.
Fotos e vídeo do ensaio: o que entra no relatório
Fotos e vídeo do ensaio: o que a ISO/IEC 17025 exige no relatório, quando a norma pede registro fotográfico e como pedir as imagens que você precisa.
O produto precisa estar ligado durante o ensaio?
Produto ligado durante o ensaio: quando a norma pede ensaio energizado e monitorado, o que muda no planejamento e o que o cliente precisa enviar.
O que é inspeção intermediária em ensaios?
Inspeção intermediária em ensaios: medições antes, durante e depois, para que servem, como planejar e o que custam em tempo e interrupção.
Posso acompanhar o ensaio presencialmente?
Acompanhar o ensaio presencialmente: em que momentos vale a pena, como combinar a visita, o que a ISO/IEC 17025 prevê e o que o cliente pode ver.
Qual norma usar? Como montar o plano de ensaios (DVP&R)
Como montar o plano de ensaios (DVP&R) quando não se sabe qual norma usar: do uso real do produto às normas de montadora, amostras e critérios.
Quantas amostras enviar para cada ensaio?
Quantas amostras enviar para o ensaio: o que define a quantidade (norma, especificação, ensaio destrutivo, sequência) e como evitar falta de peça.
